Zambrotta Lo-fi: Desistir Não é Uma Opção

ZAMBROTTA NÃO MORREU! Assim foi intitulado o primeiro EP da banda de Jaboatão dos Guararapes/PE  Zambrotta Lo-Fi.  Depois de 3 anos trabalhando na produção do disco, o grupo contou que, mesmo com toda dificuldade e dúvidas por parte das pessoas que os acompanhavam, desistir não era uma opção. Apesar do pouco tempo de carreira, a banda já teve a oportunidade de se apresentar no RIO DE JANEIRO onde puderam levar suas músicas a outros parâmetros.

(…)”Fomos chamados para tocar numa comunidade alternativa chamada Ajuntamento das Tribos, que faz um festival anualmente com o mesmo nome. De início foi difícil aceitar mas vimos a oportunidade de fazer novos amigos e divulgar nosso som, e fomos! Fizemos 2 outros shows durante o fim de semana que estivemos lá. Meses antes iniciamos a venda dos merch para poder cobrir os custos da viagem, até hoje estamos nessa. hahaha…”

Composta por: Adner Matheus (Baixo e Vocal), Renan Pessoa (Bateria), Breno Lima (Guitarra) e Lucas Emanuel (Guitarra), a banda está a cada dia que passa conseguindo mais espaço no cenário independente.
Os músicos contaram que estão trabalhando em novas composições e prometem inovar nos ritmos e melodias de suas músicas transitando em outras vertentes como a do Post-Rock, Emo e até mesmo Folk.

A equipe do Vitrola Digital bateu um papo com os meninos da Zambrotta Lo-fi para conhecer um pouco de cada um e saber seus planos futuros. A matéria está incrível! confira!

.Quando começou a relação de vocês com a música? Quais são suas influências e inspirações para compor? quem compõe as músicas ?

RENAN PESSOA: Falando por mim, a principal influência musical no início da vida foi meu irmão mais velho. Ouvimos bastante, por exemplo, o cd Californication do RHCP. Outra influência forte foi a MTV, sempre assistia quando criança, consumindo Green Day, Linkin Park, SOAD, CPM 22, Panic at the disco, Franz Ferdinand etc. Trilha sonora de jogos de esportes fizeram muito a minha cabeça com bandas alternativas como Guillemots, Editors, Oberhofer, entre outras. Mais tarde, os roles de HC-Punk que todos nós da banda íamos também influenciou bastante meu gosto e acredito que esse gênero seja o ponto em comum entre nós. Influências para compor são músicas que ouço hoje, as inspirações vão desde um céu limpo e tempos de tranquilidade à desilusões amorosas e crises existenciais. Todos compõem.

LUCAS EMANUEL: No meu caso, minhas influências vêm de guitarristas como Fernando Catatau(Cidadão instigado), J. Mascis(Dinosaur jr.), Jimi Hendrix, Omar Rodriguez Lopez, Mike Kinsella(american football), entre outros. Falando de bandas, existem algumas que gosto e procuro trazê-la ao som da Zambrotta, como Fugazi, At the drive in, Cidadão instigado, Aereogramme, Rage against the machine, Sigur ros, além das bandas emo dos anos 90 que são muitas hehehe.

ADNER MATHEUS: Seu início na música veio com a cena do MetalCore e PostHardcore. Ao passo que foi amadurecendo musicalmente começou a ouvir as raízes dessas vertentes do rock. E, assim como Lucas(Guitarrista da banda) é um apreciados do postHardcore do fim da década de 80 e 90, por que não dizer emo(Prehistoric emo) hehehe. Entre suas maiores influências estão baixistas como Joe Lally(Fugazi), Christopher Wolstenholme(muse) e Tony Lombardo(Descendents).

BRENO LIMA: Breno é um guitarrista que bebe muito da fonte do blues e do rock n roll clássico, mas não dispensa o HardCore de suas influências. Os artistas que moldaram seu jeito de tocar são Eric Clapton, Gary Clark Jr., Albert King, American Football, The Black Keys, Foo Fighters, Hendrix e Tom Morello.

.Vocês têm trabalho gravado? Em quais plataformas podemos encontrá-lo?

Sim, o primeiro EP está disponível no Youtube, Spotify, Deezer, Google Play, Soundcloud.

.Durante a  trajetória houveram dificuldades?  O que vocês consideram importante para manter a motivação?
Dificuldades tivemos sempre, a motivação vem vez ou outra, por isso o ideal é ter firmeza e disciplina, sempre lembrando por que fazemos o que fazemos.

. Explica pra gente o significado de “Zambrotta não morreu”?

Passamos 3 anos para gravar o primeiro EP. Logo de início, divulgamos e fizemos alguns shows, mas depois paramos e focamos em resolver todas as broncas relacionadas a gravação, durante esse período muita gente falava que a banda não existia mais e tinha ficado pelo meio do caminho. Essa frase marcou o lançamento do EP, e, como sempre, há também uma analogia ao ex-jogador.

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Um comentário em “Zambrotta Lo-fi: Desistir Não é Uma Opção

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    1 de abril de 2018 em 1:20 am
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    Topzera demais essa bandinha ♥️

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