O que não é música independente

O universo de música independente é um tema que gera poucas certezas. Já conhecemos várias pessoas neste ramo que poderiam nos falar sobre o assunto, mas cada um tem uma experiência diferente. Qual proveito teríamos? A única certeza que podemos ter sobre este assunto é o que a música independente não é. Nesta matéria, separamos algumas reflexões para não restar dúvidas.

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De norte a sul do Brasil conhecemos vários talentos musicais com muita autonomia. Cada artista com uma singularidade, carregando no trabalho o adjetivo independente. Entre diálogos e olhares investigativo, conseguimos aprender e desmistificar várias questões sobre a música independente nacional, a primeira delas é que:

Música independente não é folclore

Pode existir vários ritmos musicais dentro de uma região. Porquê cada indivíduo tem uma referência cultural e isto deixa os ritmos regionais cada vez mais diferentes uns dos outros. Então, nem sempre a letra vai falar das tradições populares. Só que como toda afirmação tem uma contradição, as vezes a música independente é folclore e ainda assim pode participar da riqueza nacional.

É independente do Brasil

Nosso idioma nativo é o português brasileiro, só que existem artistas que compõe em idioma estrangeiro e tudo bem! Conhecemos a dupla Colt Brothers que são de Recife e compõe em língua estrangeira e abordam temas sociais ou pessoais e continuam sendo o que são. Sabendo disto, chegamos a uma conclusão inegável…

A música é livre

Livre de idioma, de tradição, de crenças e verdades absolutas. É isto que tratamos com o cenário independente, uma cultura sem regras para enquadra-la.

Desde 1900, vários ritmos culturais, a princípio livre, se tornaram símbolo nacional. A história do samba, do funk, do rap e o brega estão vivas e podem confirmar.

O cenário de música independente é acolhedor da cultura “marginal”, da “minoria” sobretudo dos sonhos de indivíduos apaixonados pelo que fazem.

Prestar atenção e contemplar a música, nos conecta uns aos outros.

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